ThinkPad: há 25 anos mudando o mundo
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Mapeando um futuro melhor para a Tanzânia

As mulheres e crianças caminham, às vezes juntas, por até sete horas sob o sol e as ruas de terra do cenário árido do sub-Saara. O solo fino cobre seus pés e sapatos, espessando os baldes quentes carregados no caminho. É isso que as pessoas que vivem em áreas com escassez de água na Tanzânia precisam fazer diariamente para ter água potável. Na Tanzânia, muitas pessoas não têm escolha a não ser beber água contaminada – e 4 mil pessoas morrem a cada ano em função disso.

Przemek Zientala quer mudar isso.

Combinando suas habilidades no aprendizado de máquinas e o uso contínuo da inteligência artificial, a geografia física foi uma escolha natural para Zientala, estudante do terceiro ano da Universidade de Southampton. Uma vez que a geografia física – o estudo das características das paisagens naturais – sempre foi um dos seus interesses, Zientala e seu orientador decidiram que ele deveria incorporar os dois campos na sua dissertação. Por fim, ele se concentrou em um problema que sabia que poderia resolver: encontrar água potável em uma das regiões mais improdutivas do mundo. O mapeamento de água é uma tecnologia tão transparente quanto seu nome, em que os pesquisadores localizam novas fontes de água e confirmam a capacidade das já existentes. “A Tanzânia tem problemas especialmente complexos com o acesso à água limpa”, diz Zientala. “E muitos pontos de água ainda não foram mapeados”.

Um dia típico na Tanzânia começa em casa, seu ThinkPad iluminado com dados de mapeamento de água, diversos fóruns online de engenharia, e linhas e mais linhas de código. O trabalho é complexo, exige que ele tenha a melhor tecnologia possível dentro do orçamento de um aluno.

“Ao comprar um computador, me concentro em duas coisas: bateria e qualidade. Chamo meu ThinkPad de ‘Pequeno Gigante'”. Depois de meses comparando para comprar, Zientala descobriu que seu ThinkPad consegue acompanhar até mesmo os programas que mais consomem memória RAM. Durante as noites em claro codificando em R – um programa avançado usado por cientistas de dados – Zientala sabe que seu ‘Pequeno Gigante’ dá conta do trabalho tranquilamente.

Utilizando as previsões de um conjunto específico de dados, o cientista promissor localiza possíveis pontos de água, como poços ou fontes, enquanto analisa os planos governamentais para aumentar o acesso à água para os tanzanianos de 53% em 2005 para 90% em 2025.

“Para Zientala, seu trabalho é mais do que apenas uma dissertação – é uma forma de ele criar algo que poderia ter um impacto real sobre a vida das pessoas. “650 milhões de pessoas não têm acesso à água potável, e talvez, com essa tecnologia, conseguiremos diminuir este número”, ele explica. Por fim, trata-se de uma grande meta para um aluno que nunca havia visitou o berço do projeto, a 11km do seu apartamento em Southampton.

O universitário polonês de 21 anos chegou ao Reino Unido em 19 de setembro de 2014. Ele ri ao mencionar a data exata – só mais um exemplo da sua atenção a detalhes – e não perde o fio da meada quando passa a falar sobre sua pesquisa. O aprendizado automatizado, como ele explica, é um ramo da inteligência artificial que permite que os computadores aprendam a partir de dados próprios e identifiquem padrões ocultos. Ao conectar variáveis como a profundidade dos poços de água e as localizações de antigos poços de água obtidas em conjunto com organizações como a WaterAid Tanzania e o a British Geological Survey, Zientala reuniu dados para sua tese, que será apresentada em 2017.”

“Quando não está trabalhando com algoritmos ou se atualizando na bibliografia, Zientala toca violão clássico e lidera o departamento de astronomia da universidade. Com sua paixão por resolver problemas com impacto real no mundo, Zientala pretende concluir o mestrado e, um dia, espera receber o reconhecimento público suficiente para ter sua obra publicada, e eventualmente implementada pelo governo da Tanzânia.
Além disso, ele está trabalhando em um startup chamada FuseMind, que utiliza o Aprendizado Profundo e AI para avaliar os resultados de pesquisas acadêmicas – uma ferramenta fantástica para os alunos, para dizer o mínimo.

Zientala diz que adoraria ver seu trabalho sendo usado em campo – e ele já está no caminho certo. Em abril, ele apresentou seu trabalho na Conferência GIS em Manchester. Com sorte, seu trabalho vai continuar atingindo públicos ainda maiores e gerando mudanças na crise hídrica em países como a Tanzânia. Para Zientala, a meta é criar “algo prático que posa afetar o cotidiano”, e usar suas descobertas para contribuir com o projeto é só o começo para este jovem cientista.”

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