ThinkPad: há 25 anos mudando o mundo
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Como uma engenheira usa o pensamento científico para libertação pessoal

Para muitos, o mundo da Química, Biologia e Engenharia remonta imagens de pessoas vestidas em jalecos brancos e trabalhando silenciosamente em salas frias e esterilizadas.

Para Kendra Krueger, essas imagens não poderiam ser mais distantes da realidade.

Krueger é engenheira, professora, organizadora comunitária, e sua idéia de ciência é tão diversificada quanto as plantas que ela estuda. Ela acredita que há várias formas de responder perguntas e explorar o universo, desde as ciências até a arte e a justiça social.

Sua organização, a 4Love + Science, é um programa educacional de ciências que opera com doações, foi fundada em Denver e ajuda pessoas a explorarem diversas formas de pesquisa.

“Eu realmente vejo meu trabalho como uma ciência interseccional”, Krueger reconhece. “O centro disso é, ao mesmo tempo, aprender sobre o mundo exterior e nosso próprio mundo – nossas mentes, emoções e as experiências artísticas dos seres humanos”.

Filha de artistas nova iorquinos, Krueger se viu atraída pelo que acreditava ser uma direção diferente. Depois de terminar a faculdade e o mestrado em engenharia elétrica, ela continuou trabalhando em laboratórios de nanofabricação. Pouco tempo depois, entretanto, ela começou a se perguntar: como essa tecnologia está ajudando as pessoas?

A ciência pode ser uma força incrível para o bem, ela pensou. Além de nos ajudar a compreender as maravilhas físicas do universo, ela oferece uma estrutura para o pensamento em si. O método científico de pesquisa pode ser aplicado a todos os tipos de questões, incluindo a questão sobre o que significa estar vivo.

Para aqueles que, historicamente, não se beneficiaram da exploração científica inovadora – o processo de pesquisa também pode ser uma força para a libertação.

Então, em 2015, Krueger saiu do seu emprego e começou a trabalhar na criação de um programa interseccional que se transformaria na 4Love + Science. Agora, ela proporciona treinamentos, oficinas, programas de pesquisa e aprendizado que abordam uma série de disciplinas. Quer ela esteja explorando a permacultura ou técnicas de meditação, seu trabalho integra formas intuitivas e analíticas do pensar, a fim de ajudar as pessoas nesse processo de descoberta.

“Não precisamos ter medo de estragar a ciência tornando-a mais emocional ou pessoal. Na verdade, ela se torna mais valiosa quando o fazemos”, ela indica.

Uma das suas iniciativas é um programa pós-escolar que permite que as crianças aprendam sobre diferentes conceitos científicos alimentados pela sua própria curiosidade, e não por um programa definido. Cada sala de aula é um “espaço de exploração” onde os alunos podem ler sobre chacras ou centros espirituais de energia, e observar fósseis utilizando um microscópio na mesma tarde.

O espaço oferece aos alunos a chance de explorarem seus mundos físicos e espirituais utilizando muitas bases diferentes de conhecimento, não apenas o cânone científico europeu que domina a educação americana.

“Ele tem valor para nós, mas há muitos outros que foram ignorados e esquecidos”, ela diz, reforçando que descobrir a linhagem científica a partir de diferentes descendências é especialmente importante para as comunidades marginalizadas.

A ciência para a autolibertação é um processo longo, então Krueger também apóia adultos e comunidades de várias idades ao ensinar, falar e organizar workshops em todo o país.

Recentemente, ela foi à Filadélfia com seu pai para trabalhar com um grupo afrofuturista em um workshop de dois dias chamado “Acampamento do Tempo”, que explorava abordagens alternativas quanto ao tempo, estruturas temporais e a escuridão. Seu pai, um artista e diretor de filmes, discutiu a mecânica artística das imagens e as histórias de trauma na cultura afro descendente.

“Associei isso às histórias científicas sobre a questão do escuro e a energia escura. Uma é expansiva e a outra é compressiva. Fiz links e analogias entre as suas histórias e as histórias científicas”, disse Krueger. “Muito disso é storytelling. Como começar a ver a ciência como outra inspiração para o storytelling, para informar as nossas vidas?”

Em outro workshop na Universidade de Stanford, ela liderou um grupo de conversas sobre a intersecção entre a física quântica, termodinâmica, gênero, raça e identidade.

“A partícula na onda é uma analogia sobre como percebemos a nossa identidade: aspectos sólidos e mais amorfos, e como navegamos entre essas coisas em espaços diferentes”, diz Krueger.

O ThinkPad é uma ferramenta fundamental para o trabalho de Krueger há mais de 10 anos. Ela começou a usar um quando ainda cursava a faculdade no Instituto Politécnico Rensselaer. “Eu amei a acessibilidade da tecnologia e fiquei com ele”.

Krueger diz que usa o ThinkPad por sua durabilidade e poder de processamento, esteja ele nas mãos de um aluno ou exposto aos elementos dentro de um jardim comunitário. Ela e seus alunos usam o laptop “como uma ferramenta para explorar as vastas informações existentes no mundo e na internet”.

Recentemente, Krueger saiu de Denver e voltou para Nova York, onde continua ensinando permacultura, design regenerativo e sustentabilidade ecológica, preenchendo a lacuna pedagógica de ciências sustentáveis com justiça social.

Seu plano é criar um instituto de pesquia que consiga unir as explorações analíticas e intuitivas “combinando coisas como a física quântica, a termodinâmica, a bioquímica, meditação, música e dança com eletrônica, tecnologia e anti-opressão. Tudo isso pode ser feito junto”.

Krueger diz que, com a ciência interseccional, podemos eliminar os sistemas de injustiça e aumentar o poder da descoberta.

“Os sistemas de opressão são sistemas que nos dizem que não temos poder e nem a capacidade de tomar decisões sozinhos”, Krueger comenta. “A maior ferramenta de libertação é recuperar o conhecimento, a compreensão, a pesquisa, a ciência e o aprendizado como uma ferramenta para nós mesmos. Por fim, esse é um dos maiores poderes libertadores que temos”.

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